quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Crítica: Owarimonogatari 2ª Temporada

 
O ciclo de problemas se fecha com um final esplendoroso.

Ao final dos três episódios de Owari Second Season, a única coisa que me veio a mente foi: Como Monogatari é Incrível! Olhar para trás, relembrar os eventos desde Bakemonogatari, até o ponto final que chegamos nessa excelente adaptação da última novel do ciclo Owari, me fez sentir um pouco de tristeza, como todos sentimos quando aquele anime muito querido está chegando ao fim, mas igualmente satisfeito pela conclusão, que amadurece à um nível extraordinário, a persona de nome Araragi Koyomi.


Iniciando essa etapa final, temos o arco Mayoi Hell, que nos trás de volta uma personagem que teve uma despedida bastante dramática lá em Monogatari Series Second Season, a querida e divertida Hachikuji-chan.

Dando continuidade aos eventos inesperados que finalizaram Koyomimonogatari, o encontro entre Araragi e Hachikuji não poderia ser diferente de outros divertidos encontros. Aquele longo discurso antecedendo o ataque de abraços, beijos e polêmicos abusos contra uma menina muito mais nova, mas que não deixa de ser engraçado e caricato como sempre foi.


Com explicações muito coesas a respeito do motivo da morte do Araragi, entendemos um pouco dos objetivos de Gaen, mas que o verdadeiro plano viria a ser revelado um pouco após isso. Assim temos um passeio pelo Inferno, aonde Hachikuji foi enviada após os eventos da Second Season e com tudo isso um espetáculo visual, que não pode faltar em Monogatari. Cenários surreais e caminhadas super longas, que são exatamente do tamanho dos diálogos entre os personagens (o caminho sempre termina junto com a conversa). Nos situamos então diante do que está por vir. A forma de como Araragi ressuscitará e uma pequena verdade a respeito de Oshino Ougi (pequena em relação à verdadeira revelação) é o que finaliza o primeiro arco.



Iniciando Hitagi Rendezvouz, uma sensação nostálgica me preencheu, relembrando um dos últimos episódios de Bakemonogatari, aonde Araragi e Senjougahara vão para um encontro. E essa parte em particular da história se torna muito agradável de se ver, como a maioria das cenas em que o casal compartilha algum diálogo ou momento mais íntimo. Senjougahara com suas alfinetas e Araragi como sempre se dando por vencido. É incrível como um casal tão estranho, consegue ser tão legal e demonstrar enorme compatibilidade.



E como sempre, o autor solta pequenas dicas que dão margem ao futuro da história. É por isso que apesar de extensos, os diálogos de Monogatari são tão importantes. É em conversas aparentemente despretensiosas, que muitos segredos do futuro são propositalmente insinuados.


E por fim, Dark Ougi finaliza essa impressionante cadeia de eventos. A curiosidade a respeito da misteriosa Oshino Ougi, finalmente vem a tona, com uma explicação não menos do que incrível e inesperada, que dá ao término de Monogatari um toque mais do que especial.


Achei muito interessante toda a premissa do episódio, aonde Gaen reuni um time bem querido (Shinobu, Hachikuji e Ononoki) para por as cartas na mesa e dissertar sobre seu plano, que inclusive dá uma solução para o complicado caso de Hachikuji, que como mencionou no episódio, ganhou uma baita promoção. Impressionante observar a decisão de Shinobu também, que apesar de estar livre, resolve voltar a ser a sombra do seu amado mestre, demonstrando o quanto ela gosta dele (a relação entre os dois sempre me fascinou).

 
Assim Gaen, com toda sua calma centralizada, solta a solução mais cabível, para resolver as coisas na cidade, que vem tendo seu equilíbrio afetado pelas constantes manifestações sobrenaturais, muitas delas em razão das ações do nosso querido protagonista. É legal que apesar dela saber o melhor para a resolução dos empecilhos, a decisão final fica a cargo do Araragi, que nada mais é do que o ponto de ignição de quase todos os eventos da série. Não esquecendo é claro, da volta do sumido Oshino Meme ao final do episódio, que apesar de curta a participação, acaba por fazer algo incrível. Ele pode ser a pessoa mais misteriosa do mundo e com intenções muito incertas, mas não podemos negar que ele possui um grande coração.



O final não poderia ser diferente do que acostumamos esperar das ações do Koyomi. Depois de tudo que passou, todas as dores que tomou para si, sendo que nem era obrigado a fazer isso, ele escolhe salvar Ougi, que nada mais é do que uma manifestação de sua autocrítica, soltando uma frase incrível: - Se elas me salvaram, por que eu não me salvaria? Araragi sofreu muito pelos outros, nada mais justo do que no final, ele amadurecer a ponto de se importar com Ougi, ou seja, consigo mesmo. Jogada de roteiro simplesmente genial e que te faz olhar por tudo o que viu nas diversas temporadas passadas e dizer exatamente o que descrevi no começo desse post: - Como Monogatari é Incrível!!!



A história não termina aqui, isso é apenas o fim dos principais eventos iniciados desde o início. O autor Nisio Isin, ainda lança volumes com histórias menores e que provavelmente serão adaptadas, em razão do enorme sucesso da série no Japão. E sim! Fico muito feliz com isso! Por que ainda não consegui dar adeus para essa turma e para as Aventuras do querido Araragi Koyomi-Kun.

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